quinta-feira, 31 de julho de 2008

Etapa: Em busca de Fazendas


Hoje passei a manhã toda no centro com D. Oldina (costureira), olhando as fazendas que mais se adaptavam aos nossos figurinos.... Estampadas, florais, de bolinhas, lisas, em fim bem coloridas !!!! Passei as férias de julho pensando, pensando, desenhando, desenhando, coreografando, coreografando.... É não pensem não que um Espetáculo se faz de um dia para o outro... são dias, semanas e meses trabalhando "ininterruptamente".Se vai dormir, pensando e se acorda executando. Férias....não se tem !!!

domingo, 20 de julho de 2008

Nossas Camisetas

Fizemos, este ano, camiseta para a divulgação de nosso Espetáculo... ficaram simplesmente "bárbaras" !!! O colégio todo quer adquiri-las... Não só os alunos como principalmente os pais dos alunos encomendaram as camisetas.
Temos aí a frente e as costas. A cor vermelha é somente para os coreógrafos, hahaha !!!

DESAFIO

Estamos a todo o vapor na montagem do nosso Espetáculo de final do ano, FOREVER. Serão 18 coreografias apresentadas por 110 alunos.....Não está sendo fácil ! Para mim é sempre um grande desafio mostrar aquilo que idealizamos estudando e pesquisando sobre o tema proposto para que depois , no palco, tudo se concretize.
O estilo "rock" das músicas faz com que aceitemos o desafio de fazer algo inovador...
Mas eu acredito no nosso trabalho e no potencial de nossos alunos de escola de Ensino Fundamental e Médio.
Coragem !!! Sigamos em frente passo à passo fazendo bem cada coisa no seu momento presente, sem atropelos ...
Tenho a certeza que Deus estará conosco, como sempre esteve !!!

domingo, 8 de junho de 2008

The Beatles


Nossa apresentação de 2008

O Espetáculo contará com 110 bailarinos sendo do Pré-escolar ao Ensino Médio. Apresentarão 20 coreografias no palco do Theatro Guarany.
Está agendado para os dias 21 e 22 de novembro de 2008, às 20h.
Programe-se para não perder este maravilhoso espetáculo !!!

FOREVER

Este ano apresentaremos nosso "espetáculo de Dança " intitulado: "FOREVER"
Conta a história dos Beatles....
Depois que eles surgiram, o mundo nunca mais foi o mesmo. Modificaram tudo: a música, o comportamento, as roupas, os cabelos, a linguagem. Até hoje, nenhum outro conjunto ou cantor chegou ao mesmo poder, à mesma força. Todos concordam: eles foram o maior conjunto de rook de todos os tempos.
Podemos concluir que o fim dos BEATLES comoveu o mundo e deixou toda uma geração viúva. Até hoje ouvimos os lamentos. Só que ao contrário do que acontece com grupos que se desfazem, a separação deles, jamais representou o seu fim. Pelo contrário, ainda hoje, o mundo todo canta as suas músicas. Mesmo quem não viveu o tempo dos Beatles tem saudades. Porque esta é mesmo uma paixão especial.....ela passa de pai para filho e permanece sempre !!!
"FOREVER".
Tenham todos um bom espetáculo!!!!

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Um pouco de Conhecimento sobre a Dança

A Dança tem grande importância social e faz parte da cultura de todos os povos, por expressar-se através do movimento humano, e utilizar como forma de linguagem o gesto que tem seu significado muitas vezes universal.
O homem sempre dançou por diversos motivos: seja para celebrar a fertilidade, proteção divina,cultivar o plantio ou simplismente para se divertir. Desde épocas mais remotas até nossos dias esses objetivos se diferenciam através de técnicas, estilos e linguagens distintas de dançar.

A Consciência Corporal através da Dança

A Dança é uma atividade lúdica, criativa , educativa sem perder sua função como arte. A junção com um trabalho de consciência corporal, a transporta para um caminho terapêutico. Proporciona ao seu paticante um contato maior consigo mesmo e com o mundo, de forma solta, divertida e relaxante. Assim se integram Corpo e Mente.

sábado, 10 de maio de 2008

A Dança como Instrumento de Educação

A dança é uma das formas mais puras de se educar, formar, disciplinar e elevar a auto estima de todos. O ensino da dança, feito por profissionais formados, não só em educação física, mas também em dança clássica, tem se mostrado um poderoso instrumento interdisciplinar para uma formação mais completa do jovem

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Falando de Dança

UM POUCO DO ENSINO SOBRE A DANÇA A Dança, quando bem orientada, é muito importante no desenvolvimento do PROCESSO EDUCATIVO da criança e do jovem. Os alunos adquirem uma auto-confiança, uma auto-realização e um auto-conceito de si mesmos. Pretendemos desenvolver nosso aluno, como um TODO (aspecto afetivo, psicomotor e cognitivo). Para isso temos que conhecer as NECESSIDADES de nossos alunos nas diversas faixas etárias que se encontram para que assim possamos responder a estas necessidades. COMO É FEITO O NOSSO TRABALHONa Pré- escola, trabalhamos de forma que nosso aluno vivencie novas experiências de movimentos e conheça a si próprio. O trabalho é mais voltado para a EXPRESSÃO CORPORAL utilizando as FORMAS BÁSICAS de MOVIMENTO (correr, pular, saltar, girar, engatinhar, rolar, caminhar, etc..), conhecimento do corpo, a noção de espaço / tempo(ritmo), equilíbrio, coordenação geral, interpretação musical, disciplina, sociabilizarão e auto-estima, despertando a LIVRE CRIATIVIDADE e as VÁRIAS FORMAS DE EXPRESSÃO através da música com contos-historiados. Postura já é cobrada logo ao ingressar na Dança.Na 1ª série, se dá a INICIAÇÃO à DANÇA, propriamente dita. Inicía-se o conhecimento da TÉCNICA da DANÇA CLÁSSICA que fundamenta todo e qualquer tipo de Dança. Inicia-se aqui, o desenvolvimento das habilidades de “pensamento”,no processo da aprendizagem dos conteúdos e técnicas de execução dos movimentos.Na 2ª série em diante, começa-se o aperfeiçoamento das técnicas da Dança Clássica, criação e interpretação de temas livres.

domingo, 27 de janeiro de 2008

"A Fantástica cidade dos Doces"

"O Príncipe"- Aparece o Príncipe dos Sonhos e não encontra mais a menina..... somente o "livro" !!!

" A Fantástica cidade dos Doces"





" O Fim do Sonho"- Menina dormindo, acorda com sua avó chamando...O Sonho acabou!!!
fotos: Saulo recuero eTomás Recuero

" A fantástica cidade dos Doces"




" O Fim do Sonho"- A menina retorna do Sonho e não encontra mais seu príncepe encantado... somente o "livro" e sua avó que a vem buscar.
fotos: Saulo Recueroe Tomás Recuero

"A Fantástica Cidade dos Doces"


"Passeio nas Confeitarias"- Jovens Pelotenses passeiam pelas confeitarias da cidade onde degustam os famosos doces aqui feitos.
foto: Saulo Recuero e Tomás Recuero

"A Fantástica Cidade dos Doces"




" A Colheita"- Os Imigrantes colhem as frutas dos pomares para a confecção de "doces em calda", "geléias", "doces cristalizados", etc....
fotos: Saulo Recuero e Tomás Recuero

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

A Fantástica Cidade dos Doces


"As Frutas"- Os Imigrantes faziam plantações de pêssego, figo, morango, uva, goiaba, .etc...para a confecção de doces em calda.
foto-Saulo Recuero e Tomás Recuero

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

A Fantástica cidae dos Doces

"Os Imigrantes" - Chegam aqui no Brasil, Os Imigrantes , onde começam a plantação de pomares.

foto:Saulo Recuero e Tomás Recuero

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

A Fantástica cidade dos Doces


"Os Quatro Doces"- Bem Casado, Ninho, Negrinho e Olho de Sogra.
Durante as "Festas Familiares" (Saraus),eram servido os famosos doces de Pelotas
foto: Saulo Recuero e Tomás Recuero

domingo, 23 de dezembro de 2007

I I ATO- A Fantásica Cidade dos Doces




II ATO- "As Fábricas" (Industrialização do doce).
A mão de obra escravagista é substituída pela máquina... o homem opera a máquina.
Começam a surgir as "geléias", os "doces cristalizados" etc...

foto: Saulo Recuero e Tomás Recuero

A FantásticaCidade dos Doces



"As Festas
Familiares" (Saraus) - A Valsa das Baronesas.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007


As Festas Familiares (Saraus)- Valça das crianças
foto: Saulo Recuero
As Festa Familiares (Saraus)- Valça das crianças

foto : Saulo Recuero e Tomás Recuero

Espetáculo " Fantástica Cidade dos Doces"-2007


As Festas Familiares (Saraus)- " A Valsa das crianças".
foto: Saulo Recuero e Tomás Recuero

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Espetáculo "A Fantástica Cidade dos Doces"-2007


"Os Doces"- Bem casados, Camafeus, Negrinhos e Ninhos aparecem.
foto: Saulo Recuero e Tomás Recuero

Espetáculo "A Fantástica Cidade dos Doces"-2007


"O Anuncio do Doce (As Abelhas)"-
foto: Saulo recuero e Tomás Recuero

Espetáculo "A Fantástica Cidade dos Doces"-2007

" Os Escravos"- Forma-se a sociedade escravagista-aristocracia do charque.

foto: Saulo Recuero e Tomás Recuero

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Espetáculo "A Fantástica Cidade dos Doces"-2007


"As Portuguesas"- Chegada dos Portugueses (açorianos), ao Brasil com as fantásticas receitas dos doces .
foto: Saulo Recuero e Tomás Recuero

domingo, 2 de dezembro de 2007

Espetáculo "A Fantástica Cidade dos Doces"-2007


" Os Charqueadores"- A grande produção de charque foi de fundamental importância para o desenvolvimento do "doce" aqui em Pelotas.
foto: Saulo Recuero e Tomás Recuero

Espetáculo a "Fantástica Cidade dos Doces"- 2007


"Volta ao tempo" . O relógio leva a Menina e o Príncipe ao ano de 1860 onde se deu o apogeu do charque em PELOTAS.
foto: Saulo Recuero e Tomás Recuero

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Espetáculo "A Fantástica Cidade dos Doces" - 2007





Coreografia do I ATO- "O SONHO". Ao escutar a história que sua vó lhe contava a menina cai em um sono profundo onde lhe aparece um príncipe que a leva, através do sonho , ao ano de 1860, ano do "apogeu do charque" em Pelotas, onde tudo inicia....

foto: Saulo Recuero e Tomás Recuero

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Espetáculo "A Fantástica Cidade dos Doces"-2007


I ATO-
A vovó conta a sua netinha a "história dos doces de Pelotas". A menina adormece e é levada pelos "Sonhos", a um "príncipe", que a conduz a conhecer a história retrocedendo ao ano de 1860, onde se deu o apogéu do "charque" em Pelotas.

Foto: Saulo Recuero e Tomás Recuero

Banner do Epetáculo de Dança 2007

Arte: Paulo Azambuja

Espetáculo de Dança do Colégio São José


Realizou-se nos dias 9 e 10 de novembro, no Theatro Sete de Abril, às 20h, o Espetáculo de Dança do Colégio São José, intitulado : "A Fantástica Cidade dos Doces " !
Foi feito,durante o ano todo de 2007, toda uma pesquisa e estudo com os alunos e com a Professora da Universidade Federal de Pelotas, Jezuína, sobre a "História do Doce ", nosso patrimônio .


A FANTÁSTICA CIDADE DOS DOCES !!!!!!

É difícil definir quando exatamente os doces surgiram em Pelotas.
Sabe-se que teve origem com a colonização portuguesa, por volta do século XIX, e que teria surgido em Pelotas aproximadamente na década de 1860, no período do apogeu do município de Pelotas.
Os imigrantes portugueses, vindo mais especificamente da cidade de Aveiro, trouxeram consigo várias receitas de doces como os ninhos, os fios de ovos, as babas-de-moça, os camafeus, os papos de anjo, os pastéis Santa Clara e outros. Doces estes que, tiveram suas receita, passadas de geração a geração dando continuidade a tradição doceira da cidade.
De 1860 a 1890 os investimentos dos charqueadores foram intensos em atividades de cunho cultural que caracterizaram, durante anos, Pelotas como a cidade mais aristocrática do Estado do Rio Grande do Sul.
A grande produção era Exportada para a Europa, mas uma parcela do charque era também e comercializada por toda a nação brasileira.
Estas atividades saladeiris através da exportação do charque, proporcionavam que os navios transportadores retornassem com os mais variados produtos e objetos. Este comércio permitiu que a sociedade pelotense desenvolvesse práticas semelhantes àquelas que estavam presentes apenas nos modernos países europeus.
Em Pelotas os hábitos e costumes europeus, foram incorporados nos intervalos de saraus, onde eram servidos os doces, envolvidos em papéis de seda rendados, dando mais requinte aos charqueadores e seus convivas, criando assim uma tradição doceira.
A produção era realizada de maneira caseira pelas mulheres e suas mucamas.
Como existiam rigorosas regras de etiqueta na época , muitas atividades não podiam serem pelas mulheres desenvolvidas ao ar livre; então as mulheres praticavam atividades domésticas, hábitos caseiros, com reconhecido destaque na culinária ,bordado, música e pintura.
Este fato , portanto, contribuiu para a intensa produção e aprimoramento das receitas dos doces em Pelotas. Há quem diga que estas delícias eram também feitas pelas freiras nos conventos religiosos.
Para realizarem estas receitas era preciso o açúcar, não havendo dificuldade em encontrar já que durante este período, com o intenso comércio das charqueadas era possível estabelecer um intercâmbio entre o sal e o açúcar entre as regiões sul e nordeste do País.
Pelotas estava imersa no ciclo do sal, onde os rituais de morte, de sangue no arroio Pelotas e o castigo e a brutalidade praticada com escravos, serviçais, eram amenizados pelas grandes festas familiares: os saraus.
Mas as charqueadas foram entrando em declínio devido a abolição da escravatura e consequentemente com o fim da escravidão.
A produção do charque encontrou concorrência com outras cidades da região e com o surgimento dos frigoríficos não precisando mais salgar a carne para conservá-la, as charqueadas tiveram uma decadência.
Com a diminuição da produção do charque, houve a preocupação em relação a importação do açúcar. Assim ocorreu uma redução da aplicação deste caro ingrediente na produção dos doces, pois havia a preocupação de escassez do mesmo e o alto valor que tinha.
Mas esta transformação, da redução de açúcar na elaboração dos doces, acabou agradando os consumidores da época e tornando-se um diferencial nos doces de Pelotas.
A partir de 1920, passou-se a divulgar em todo o Brasil uma tradição doceira que até então estava restrita ao interior dos casarões.
Nesta época, os imigrantes alemães, franceses e italianos que viviam no interior do município de Pelotas, davam inicio ao o cultivo de pequenos pomares (com as sementes trazidas de Portugal, Alemanha e Itália). Estes pomares de frutas de clima temperado, como pêssego, morango, figo, maçã, laranja, e outras, contribuíram para diversificar a tradição doceira da cidade de Pelotas e da região.
Surgindo daí os doces de compota, passas, geléias, entre outros.
No século XX a produção doceira local cresceu ainda mais, pois pode contar além da confecção artesanal dos doces com o surgimento das primeiras fábricas de conservas.
Em 1986 foi criada a Feira Nacional de Doce onde ocorria de 2 em 2 anos.
Após a Câmara de Diretores Logistas (CDL) assumir o evento em 1995, a feira cresceu e ganhou endereço certo no Centro Internacional e Cultura e Eventos.
O açúcar e o sal foram de fundamental importância para o progresso econômico e cultural de Pelotas. A formação da identidade histórica da cidade deve-se a estes fatores.
Para Pelotas a história do doce tem extrema importância, pois vem valorizar nossa cultura, preservar nossa tradição e contribuir para promover nossa cidade em âmbito cultural, turístico e econômico, buscando tornar-se assim o nosso Patrimônio Cultural Nacional.
Saber a história e a identidade faz parte da educação de um povo e reforça seus laços sociais e culturais.



A FANTÁSTICA CIDADE DOS DOCES


Sob as bençãos de Netuno,
Lusas velas drapejavam
E naus aqui aportaram
Cristalizando a vertente
Que no Velho Continente
Florescia nos mosteiros,
E aqueles sacros obreiros
Uniram na liturgia
Orações às iguarias
E O altar ao tabuleiro.

E se engalana a PRINCESA
Pra este evento de doçura,
Que sedimenta a cultura
Cultivada em além-mares;
Guloseimas e manjares
Davam requinte aos serões
E os sobrados dos barões
Embebiam-se em poesia
Que nos olhares nascia
Das donzelas e varões.
Agregou-se a nossa mesa,
Desse legado europeu
O tentador camafeu,
E o bom gosto sempre cobra
Broinhas, olho-de-sogra,
Brigadeiro e bom-bocado,
O quindim, o bem-casados,
E arrolam-se entre os piteis
De Santa Clara, os pastéis
E bombons caramelados.

E fios-de-ovos aguçam
Nosso desejo incontido
E ainda que comedido
A gula sempre viceja
Ante o bombom de cereja
Ou de leite condensado;
E se o ninho for glaceado
Ou se o bombom for de nozes
Terão em comum a glicose
Do damasco recheado.
Há nos bombons de morango
Nas fatias de pudim,
Trouxinhas de amendoim ,
Também nos bombons de ameixa
Doce magia que deixa
O primoroso sabor
Identifica o labor
De quem com arte e carinho
Transforma gemas em ninhos.

O açúcar utilizado,
De brancura cristalina,
Foi de cana nordestina.
Canela, da srilanka,
Matizando a massa branca
Que a Alemanha cultivara;
Doce d’ovos recheara
A iguaria portuguesa,
Sublimando, com certeza,
Os pastéis de Santa Clara.
E a PAMPA se faz presente
Nesse rodeio de etnias,
Projetando a ambrosia
-Dos deuses, nobre manjar-.
E o arroz doce que vem dar,
Emponchado de canela,
Abertura à canela,
Pra quem a PELOTAS trouxe,
Através da FENADOCE,
Nuances de uma aquarela.


Jorge Morais

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

IV Fórum Latino Americano de Memória e Identidade.




Estive em Montevideo apresentando o trabalho: " A Dança como forma de inclusão social", que desenvolvo a 4 anos, no Instituto Nossa Senhora da Conceição,com as meninas carentes. O projeto realizado em parceria com o Colégio São José, já tem alguns resultados que se percebe não só na parte das habilidades e capacidades motoras mas principalmente nas atitudes de respeito, disciplina,conhecimento de suas potencialidades, socialização e o aumento da auto estima, que é de suma importância para estas crianças.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007